Alimentos Alérgicos

Alérgenos

A identificação destas substâncias nos rótulos dos alimentos requerem um controlo ao longo de todo a fileira comercial do produto

A informação existe nos rótulos de alguns dos alimentos que se encontram no mercado (quer nacional quer internacional) peca pela pouca informação neles contida.

Esta realidade pode resultar num risco para o consumidor alérgico: alguns alimentos, que para a maior parte da população são inócuos, revelam-se "tóxicos" para os alérgicos. A informação referente aos ingredientes deve ter em conta todo o processo de manipulação do alimento, alertando para eventuais "contaminações cruzadas" com alérgenos. 

Um erro na informação de rotulagem pode converter-se num problema para o consumidor alérgico.

No início de 2008, no sentido de promover uma maior protecção contra os alérgenos,  a Comissão Europeia apresentou medidas em que o âmbito da rotulagem deveria ir para além dos alimentos embalados – incluindo as refeições que se servem em restaurantes.

Dados da UE confirmam que 70% dos casos de alergias alimentares surgem fora do âmbito doméstico – a UE sugere que restaurantes, bares e noutras unidades de food service facultem aos clientes a lista completa dos ingredientes que cada prato contem.

 

Poder ler o que se come

As alergias alimentares aumentaram consideravelmente nos últimos 20 anos. Apesar de se terem identificado cerca de 170 alimentos com potencial alérgico, apenas cerca de uma dezena são responsáveis por praticamente 90% destas reacções.

A UE conta desde 2003 com uma directiva que obriga a etiquetar os ingredientes alimentares como cereais com glúten (trigo, centeio, cevada, aveia), crustáceos e produtos derivados, ovos, pescados, amendoins, soja, leite, frutos de casca dura (amêndoas, avelãs, nozes, pistachos), aipo, mostarda, sementes de sésamo e sulfitos.

Parte significativa dos incidentes alérgicos ocorrem quando o rótulo do alimento não menciona o ingrediente alérgico.

 

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